domingo, 12 de novembro de 2017

Fotos da entrega da Medalha Constitucionalista em Rio Claro

Confira mais algumas fotos da entrega da Medalha Constitucionalista em Rio Claro, no dia 8 de novembro de 2017.













Medalha Constitucionalista em Rio Claro


   Na manhã de 8 de novembro de 2017, em solenidade realizada no plenário da Câmara Municipal de Rio Claro, o Núcleo Voluntário de Piracicaba, em conjunto com a Sociedade de Veteranos MMDC 1992 e o 37º. Batalhão da Polícia Militar do Interior, prestou homenagens a autoridades municipais e a membros da corporação com a entrega da Medalha Constitucionalista.

   Os homenageados foram o prefeito Juninho da Padaria, o vice-prefeito e secretário de Segurança, Defesa Civil e Mobilidade Urbana, Marco Antonio Bellagamba, o juiz Cláudio Luís Pavão, o coronel PM Lourival da Silva Junior, o coronel PM Veterano Orlando Tomasella, o tenente-coronel Márcio Silveira Franco, major PM Rodrigo Arena, major PM Veterano Juverci Quaglio, capitão PM Cleotheos Sabino, advogado Adriano Marchi, 1º tenente PM Vitor Socolowski, 1º tenente PM Ricardo Sonego, 1º sargento PM Durval Guimarães Junior, 1º sargento PM Carlos Roberto Mauch, 1º sargento PM João Alcantara, 1º sargento PM João Carlos Oliveira, 1º sargento PM Anderson Gonçalves Piovani, 1º sargento PM Cassiano Martinatti, 1º sargento PM Clécio Caitano, 2º sargento PM Marcelo Renato da Silva, 2º sargento PM Adolfo Norbiato Damm, 3º sargento PM Veterano Esdra Afonso, cabo PM Elaine Godoy e cabo PM Emerson de Souza.


   Ao receber a medalha, o prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria, disse se sentir “agradecido por receber essa medalha de grande importância para nós paulistas, pois sabemos o quanto a revolução de 32 foi importante para o desenvolvimento do estado de São Paulo”. Juninho ressaltou ainda a relevância dos policiais militares na sociedade. “Vocês fazem parte da vida de todo cidadão de bem”, finalizou.

   O comandante do CPI-9, Coronel Lourival da Silva Junior, agradeceu o reconhecimento da outorga da medalha e citou a sintonia da cidade na segurança pública. “Essa união está fazendo a diferença para o município, literalmente todos estão arregaçando as mangas e o resultado vem aparecendo”. O comandante do 37º BPM/I, tenente-coronel Márcio Silveira Franco, parabenizou os homenageados e falou das outras solenidades realizadas no plenário da Câmara que vem aproximando a sociedade da Polícia militar, devido aos eventos serem abertos ao público.

   Participaram da solenidade o presidente da diretoria executiva da Sociedade Veteranos MMDC 1932, coronel PM Mário Fonseca Ventura, e os diretores do Núcleo Voluntários de Piracicaba Edson Rontani Júnior e tenente PM André Manoel da Silva, além dos vereadores Seron, Geraldo Voluntário, Rogério Guedes e Adriano La Torre.


sábado, 4 de novembro de 2017

Núcleo e CPI-9 entregam Medalha Constitucionalista


   O Núcleo Voluntários de Piracicaba em conjunto com a Sociedade de Veteranos MMDC e o Comando de Policiamento do Interior (CPI-9) entregam nesta quarta-feira a Medalha Constitucionalista a autoridade civis e policiais militares durante solenidade de valorização do PM.

   Os laureados são:

- Coronel PM 852072-A Lourival da Silva Júnior - Comandante do Policiamento do Interior Nove;
- Coronel PM Veterano 43825 Orlando Aparecido Tomasella – última Unidade Comando Policiamento Rodoviário;
- Tenente Coronel PM 891225-4 Coronel PM Márcio Silveira Franco – Cmt do 37º BPM/I;
- Major PM Veterano 28428 Juverci Correa Quaglio – Vice – Prefeito do Município de Torrinha/ SP;
- Major PM 901229-0 Rodrigo Eval Arena – Subcmt do 37º BPM/I;
- Capitão PM 930333-2 Cleotheos Sabino de Souza Filho – Coordenador Operacional Interino do 37º BPM/I;
- 1º Tenente PM 117549-1 Vitor Socolowisk – Chefe Seção de Justiça e Disciplina do 37º BPM/I;
- 1º Tenente PM 127775-8 Ricardo Sonego Neves – Chefe Seção Inteligência do 37º BPM/I;
- 1º Tenente PM 132382-2 Larissa Fernanda Marcucci Sanches – Cmt do 2º Pelotão da 1ª Cia do 37º BPM/I.

PRAÇAS
1º Sargento PM 903078-6 João Carlos de Oliveira – 37º BPM/I;
1º Sargento PM 982850-8 Anderson Alvamir Gonçalves Piovani – 37º BPM/I;
1º Sargento PM 932910-2 Cassiano Martinatti – 37º BPM/I;
1º Sargento PM 892495-3 Durval Guimarães Júnior – 37º BPM/I;
1º Sargento PM 900641-9 João Orlando Alcântara – 37º BPM/I;
1º Sargento PM 105347-7 Clécio Caitano da Silva – 37º BPM/I;
2º Sargento PM 920257-9 Marcelo Renato da Silva – 37º BPM/I
2ª Sargento PM 128782-6 Adolfo Norbiato Damm – 37º BPM/I;
3º Sargento PM Veterano 911264-2 Esdra Aparecido Afonso – última Unidade 37º BPM/I;
Cabo PM 966563-3 Glaucia Regina Cremostim – 37º BPM/I;
Cabo PM 901555-8 Telmo Xavier da Silva – 37º BPM/I;
Cabo PM 922527-7 Elaine Godoy – 37º BPM/I;
Cabo PM 100633-9 Emerson de Souza – 37º BPM/I.


AUTORIDADES CIVIS
Dr. Cláudio Luís Pavão – Juiz de Direito e Diretor do Fórum da Comarca de Rio Claro/SP;
João Teixeira Júnior – Prefeito do Município de Rio Claro/SP;
Adriano Marchi – Advogado e Vice – Presidente da União dos Amigos do Menor de Rio Claro/SP.






quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Bandeira de São Paulo era para ser a bandeira brasileira



Interpretando a bandeira paulista

O círculo onde está o mapa do Brasil é o globo terrestre, onde se insere o mapa de nosso país.

As 4 estrelas ao lado do Brasil representam o Cruzeiro do Sul.

As listras preta e branca e a cor vermelha correspondem às três raças que compõem a população brasileira.

As 13 faixas representam que "dia e noite" o povo está pronto para verter o seu sangue em defesa do país. É a única do mundo com o mesmo número de faixas da bandeira americana. 


O jornalista Júlio Ribeiro é quem desenhou a atual bandeira do estado de São Paulo para ser a bandeira do Brasil republicano. Ribeiro a apresentou em seu jornal "O Rebate" em julho de 1888. Mas, em 19 de novembro de 1889, a bandeira verde e amarela, parecida com a do Império, acabou sendo adotada.

A Constituição da República de 1891 permitiu a criação de bandeiras estaduais. Em 1922, a bandeira passou a ser usada nas escolas, mas não no governo. A bandeira paulista foi adotada pela Revolução Constitucionalista de 1932, que a transformou num símbolo ideológico.


Em 1937, na vigência do Estado Novo, Getúlio Vargas fez uma cerimônia de queima das bandeiras estaduais, que foram abolidas. Por nove anos, a bandeira paulista só apareceu no escudo do Corinthians, que a usava no brasão desde 1916.

domingo, 24 de setembro de 2017

Monumento ao Soldado Constitucionalista

O "Jornal de Piracicaba" publicou uma série denominada LEMBRANÇAS ESCULPIDAS E MONUMENTOS. Numa destas lembranças, foi destacado o Jazigo do Soldado Constitucionalista situado no Cemitério da Saudade, em Piracicaba.


domingo, 10 de setembro de 2017

O professor Guilherme Vitti publicou o "Manual da História Piracicabana", editado e distribuído pelo "Jornal de Piracicaba" aos seus leitores, como contribuição cultural às comemorações do 2º. centenário de Piracicaba, em 1967, relançado em 2009 pelo Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba. Leia conteúdo das páginas 77 e 78 referente à Revolução Constitucionalista de 1932.

   O mês de maio, que se iniciara um tanto friorento, no setor atmosférico, dava sinais de aquecimento violento no setor político. Jovens morreram em São Paulo, por amor à liberdade.
   Foi o sinal. Os paulistas puseram a mão na consciência e tomaram uma resolução. Estava na hora de se por termo a uma situação sufocante que não permitia a livre escolha de seus mandatários.
   Julho, atmosfera de geadas, mas corações e inteligências em ebulição de vulcão.
   E esse estourou no dia 9, com o início da revolta armada, sob a cheia do governador do Estado, Pedro de Toledo.
   "Às armas, paulistas, pró-Constituinte", foi o grito de guerra.
   O brado se espalhou célere sobre São Paulo, alargou-se em círculos divergentes, inflamando todo o Estado.
   E em círculos convergentes, de todos os rincões bandeirantes, marcharam para a fronteira os bravos voluntários que tinha mais armas no espírito, no entusiamos da causa, do que balas e metralhas.
   Piracicaba, que não tem sangue de medroso, Piracicaba, que sente o fogo da lealdade dos bandeirantes, Piracicaba que sabe onde põe o pé, porque tem cabeça, Piracicaba, que coloca acima de tudo, o bem-estar de todos, não podia falhar.
   E não falhou.
   Um comício monstro realizado no lardo da Matriz, conclamando os cidadãos, à luta, pôs fogo no peito da mocidade.
   Moveram-se os intelectuais, moveram-se os jovens estudantes, moveram-se o operários, moveram-se as mulheres corajosas, moveram-se as crianças inocentes, moveram-se enfim, os brios da população.
   O primeira batalhão partiu para linha de frente. Dele participaram todas as camadas sociais. A folhinha marcara dia 16,. Seguiram juntamente com os anjos de consolo, as doze enfermeiras-professoras.
   O que foi a epopéia dos meses de luta só pode ser narrada à viva voz pelos participantes da campanha que ainda vivem entre nós.
   Das vítimas que tombaram a cidade guarda, ciosas, seus nomes no coração de  no monumento levantado na praça principal da cidade.
   Se os frutos da refrega não foram materialmente favoráveis, os resultados morais surgiram em breve tempo. O escopo principal foram atingido - Liberdade de votar e ser votado. Não importam interpretações segundas dos fatos e personagens que participaram da façanha. Importa sim saber que os piracicabanos agiram às claras, de peito aberto, na primeira linha da trincheira.
  O ano findou-se sob uma atmosfera de imprecisão e desânimo.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

A cidade na Revolução de 1932


Foto Acervo/IHGP
Rua Governador Pedro de Toledo,. esquina com a Moraes Barros, em 1932


A administração de Piracicaba no ano de 1932, segundo relato publicado no jornal Gazeta de Piracicaba.

O jornalista Edson Rontani Júnior, presidente do Núcleo MMDC Voluntários de Piracicaba, conta que toda a cidade se comoveu com a revolução. “Se houve um líder foi o então prefeito Luíz Dias Gonzaga. Por meio de decretos envolvia o povo piracicabano solicitando a entrega de armamentos (em especial espingardas Wichester). Houve também o envolvimento do professor Alberto Vollet Sachs que assinou a ata das primeiras reuniões de convocação dos ‘voluntários de Piracicaba’ no Teatro Santo Estevão”, disse.

Rontani Júnior explica que os intelectuais da época usavam a imprensa para convocar os voluntários e envolver as pessoas. Figuras como Francisco Lagreca, Aldrovando Fleury, Carlos Aldrovandi, Mário Neme e o professor Manoel Mattos também foram líderes do movimento no município. Mas foi mesmo Luiz Dias Gonzaga, como prefeito, quem deu todo suporte para o envolvimento dos piracicabanos”.

Ele conta que a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP) foi um grande ponto de alistamento em Piracicaba. “Os três meses da revolução – de 9 de julho de 1932 a 3 de outubro de 1932 – fez com que Piracicaba parasse. O prefeito Gonzaga tinha em mãos a força política. Apesar de o Estado ter um interventor e não governador, a palavra do prefeito era lei. Tanto que ele governou com diversos decretos – algo inconstitucional hoje – tomando atitudes como a que determinou que as padarias produzissem o “pão de guerra” com menos trigo e farinha, que eram distribuídos gratuitamente”.

Rontani Júnior está preparando um livro que deverá ser lançado no segundo semestre de 2017, com apoio do instituto Histórico e Geográfico (IHGP). A obra Cartas a Piracicaba, traz cartas enviadas pelos voluntários piracicabanos do front. Relatos do que eles viram do conflito.

“Lá notaremos que os voluntários que para cá vieram visitar familiares ou a negócios, eram recebidos com honra pela administração pública. Na verdade, coube a Gonzaga criar a ordem no meio do caos. A realidade era outra, mas existem propagandas em jornais nos quais o prefeito pede que empresas funerárias façam enterros (de pessoas comuns, não voluntários) de graça, se possível. Para que famílias abastadas abram espaços em residências para foragidos, como os cariocas que eram adeptos à causa constitucionalista e por aqui vieram viver”, revelou.

Naquela época, o prefeito ocupava espaços como o Teatro Santo Estevam, a Escola Morais Barros (por isso uma das ruas que a ladeiam é chamada de Rua Voluntários de Piracicaba). “Cabia ao prefeito formar guardas para os presídios e apoiar o uso do Tiro de Guerra para evitar ações inimigas ou de vândalos, nos quais havia grande circulação de pessoa. Um dos casos eram os cinemas. Uma instituição privada, considerada a segunda diversão depois do teatro era guardada pela força pública e pelos atiradores do TG”.

Como a imprensa estava censurada após o término da revolução, na qual os paulistas foram derrotados, Rontani Júnior afirma que é difícil dados históricos da cidade. Ele apurou que houve perseguição, deportação e mortes após o armistício assinado por São Paulo. Participaram do conflito entre 400 e 900 voluntários de Piracicaba, conforme Rontani Júnior.

Leia o artigo completo clicando aqui.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Medalha Constitucionalista

   A entrega da Medalha Constitucionalista ao prefeito Barjas Negri foi destaque no Jornal de Piracicaba.


sábado, 5 de agosto de 2017

Prefeito de Piracicaba recebe a Medalha Constitucionalista


Acima, a presidente do IHGP Valdiza Capranico, prefeito Barjas Negri e o presidente do Núcleo Voluntários de Piracicaba Edson Rontani Júnior


   O Núcleo MMDC Voluntários de Piracicaba teve posição de destaque na solenidade que instaurou o Marco dos 250 anos de fundação de Piracicaba no Engenho Central. Em evento realizado na tarde de 1º. de agosto, prestigiado por autoridades e pela imprensa, o Núcleo realizou a entrega da Medalha e Diploma Constitucionalista ao prefeito Barjas Negri, como representante da sociedade nestes dois séculos e meio de fundação da "Noiva da Colina". 
   O presidente do Núcleo, jornalista Edson Rontani Júnior, esteve acompanhado do vice-presidente tenente PM André Manuel da Silva para realizar a entrega, acompanhados da presidente Valdiza Caprânico, do Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba (IHGP). Rontani falou sobre o motivo da entrega e lembrou dos 85 anos da Revolução Constitucionalista. Barjas Negri agradeceu em nome do povo, lembrando que a homenagem é para a cidade, representada por sua pessoa.





domingo, 30 de julho de 2017

Entrega da Medalha Constitucionalista em Piracicaba

O Núcleo MMDC Voluntários de Piracicaba entregará ao prefeito Barjas Negri a Medalha e o Diploma Constitucionalista pelos 85 anos da Revolução de 1932, a qual solicitava do governo federal a formação de uma nova constituinte brasileira. A entrega é outorgada pelo Núcleo Voluntários de Piracicaba através da Sociedade de Veteranos MMDC do Estado de São Paulo, por indicação da Polícia Militar, com aval da Casa Civil do Estado de São Paulo, onde está registrada no livro número 1, folha 144, sobre o registro 2.788 lavrado pelo Conselho Estadual de Honrarias e Mérito do Governo do Estado de São Paulo.

A entrega será feita pelo presidente do Núcleo Voluntários de Piracicaba e diretor do Instituto Histórico (IHGP), jornalista Edson Rontani Júnior, junto ao vice-presidente do Núcleo, Tenente da Polícia Militar, André Manoel da Silva, e pela presidente do IHGP, Valdiza Caprânico. O prefeito Barjas Negri administra Piracicaba pelo terceiro mandato e já foi Ministro da Saúde na gestão do presidente Fernando Henrique Cardoso.



sábado, 22 de julho de 2017

Dia do Soldado Constitucionalista


O vereador Tozão e Edson Rontani Júnior, do Núcleo Voluntários de Piracicaba


O vereador Osvaldo Schiavolin, o Tozão (PSDB), teve o projeto de decreto legislativo 16/2017 aprovado em junho. A propositura institui o Dia do Soldado Constitucionalista, a ser comemorado anualmente no dia 23 de maio. 

O objetivo da data é homenagear cinco estudantes paulistas que batalhavam contra o governo de Getúlio Vargas e foram mortos durante um confronto com a polícia no dia 23 de maio de 1932. Após a morte dos jovens, a população se revoltou contra o governo e a favor de uma constituição, fato que levou à eclosão Revolução Constitucionalista de 32. 

As iniciais dos jovens, MMDC, foram símbolo da Revolução e o movimento reuniu cerca de 100 mil homens. No dia 3 de outubro, as tropas paulistas se renderam para as forças federais. 

No texto do projeto, Tozão relembra a importância da data. "O dia 23 de maio foi fundamental para os revolucionários, porque o povo saiu às ruas, para lutar pela constituição, por isso, nele se comemora o 'Dia da Juventude Constitucionalista'", aponta. 

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Visita

Visita muito importante durante solenidade do 9 de julho passado, junto ao Monumento do Soldado Constitucionalista de 1932, situado na praça José Bonifácio, Piracicaba. Na foto aparecem Sumaia Angelini Petta e Walterly Accorsi, respectivamente, sobrinha de Alexandre Petta e filha de Walter Radamés Accorsi, voluntários de Piracicaba na Revolução de 1932.


terça-feira, 18 de julho de 2017

Exposição 9 de julho no Museu

Confira mais fotos da Mostra 9 de Julho, em andamento no Museu Prudente de Moraes, em Piracicaba.






domingo, 16 de julho de 2017

9 de Julho 2017

Mais fotos da solenidade pelo 9 de julho, realizada na Praça José Bonifácio, em 09/07/2017.








quinta-feira, 13 de julho de 2017

Desfile de 9 de Julho

Fotos do desfile de 9 de julho, realizado logo após a solenidade comemorativa aos 85 anos da Revolução Constitucionalista, na Praça José Bonifácio, Piracicaba.










terça-feira, 11 de julho de 2017

Solenidade de 9 de Julho de 2017

Confira mais fotos da Solenidade pelos 85 anos da Revolução Constitucionalista de 1932 realizada em 9 de julho passado na Praça José Bonifácio, Piracicaba.