sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

domingo, 4 de dezembro de 2016

9 de Julho de 2016 - Tribuna Piracicabana


A Tribuna Piracicabana, edição de 9 de julho de 2016, publicou artigo de autoria do Núcleo Voluntários de Piracicaba, assim como as redações vencedoras do concurso de mérito realizado em conjunto com a Direção Regional de Ensino, no qual foram premiados dois alunos da Escola Estadual Dr. Jorge Coury. Os artigos podem ser lidos neste blog nas postagens de julho/2016.

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Placa é restaurada no Cemitério da Saudade




Fotos da placa instalada no Jazigo do Soldado Constitucionalista de Piracicaba, situado no Cemitério da Saudade. Ela foi colocada na semana do Dia de Finados de 2016 uma vez que a anterior estava ilegível. A iniciativa partiu do Núcleo Voluntários de Piracicaba em parceria com o Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba (IHGP).

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Placa no Cemitério da Saudade é restaurada





O Núcleo MMDC Voluntários de Piracicaba, em parceria com o Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba (IHGP), restaurou a placa denominativa instalada no jazigo do Soldado Constitucionalista de 1932 instalado no Cemitério da Saudade. 

Isso ocorre devido ao desgaste da placa instalada em 2003, sendo que os voluntários ali enterrados tinham a denominação em placa adesivada que tornaram-se ilegíveis devido às intempéries climáticas assim como a constante exposição aos raios solares. A nova placa tem a gravação a laser, mais resistente e com maior durabilidade.

Segundo o presidente do MMDC e membro do IHGP, jornalista Edson Rontani Júnior, a troca estava sendo estudada há um bom tempo e, colocada neste Dia de Finados de 2016, serve como homenagem aos piracicabanos que tomaram em 1932 em prol de uma nova Constituição para o Brasil, a qual foi promulgada em 1934. 

No Mausoléu estão depositados os restos de voluntários que morreram nos confrontos da época: Ennes Silveira Mello, Natal Meira Barros, Sylvio Cervellini, José Homero Roxo e Romário Mello Nery. Francisco Honório de Souza faleceu em 1932, mas foi sepultado em Silveiras. Como era piracicabano, a família fez a transposição de seus restos mortais ao Mausoléu em 2003.


Placa no Cemitério da Saudade é restaurada





O Núcleo MMDC Voluntários de Piracicaba, em parceria com o Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba (IHGP), restaurou a placa denominativa instalada no jazigo do Soldado Constitucionalista de 1932 instalado no Cemitério da Saudade. 

Isso ocorre devido ao desgaste da placa instalada em 2003, sendo que os voluntários ali enterrados tinham a denominação em placa adesivada que tornaram-se ilegíveis devido às intempéries climáticas assim como a constante exposição aos raios solares. A nova placa tem a gravação a laser, mais resistente e com maior durabilidade.

Segundo o presidente do MMDC e membro do IHGP, jornalista Edson Rontani Júnior, a troca estava sendo estudada há um bom tempo e, colocada neste Dia de Finados de 2016, serve como homenagem aos piracicabanos que tomaram em 1932 em prol de uma nova Constituição para o Brasil, a qual foi promulgada em 1934. 

No Mausoléu estão depositados os restos de voluntários que morreram nos confrontos da época: Ennes Silveira Mello, Natal Meira Barros, Sylvio Cervellini, José Homero Roxo e Romário Mello Nery. Francisco Honório de Souza faleceu em 1932, mas foi sepultado em Silveiras. Como era piracicabano, a família fez a transposição de seus restos mortais ao Mausoléu em 2003.


sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Inauguração da Igreja Bom Jesus é afetada pela Revolução de 1932



As festas de inauguração do monumento do Senhor Bom Jesus (hoje, Igreja Bom Jesus do Monte, bairro Alto) foram marcadas para o período de 30 de julho a 15 de agosto de 1932. No entanto, em virtude do movimento constitucionalista, iniciado no dia 9 de julho, as festas programadas para o mês de agosto foram adiadas para os dias 5 a 15 de novembro. Isso adiou a inauguração da tradicional igreja de Piracicaba.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Os esquecidos de 3 de outubro



* Edson Rontani Júnior e André Manoel da Silva, presidente e vice-presidente do Núcleo MMDC Voluntários de Piracicaba

   Heróis anônimos também são relembrados por sua dedicação à Revolução Constitucionalista de 1932. O embate iniciado em 9 de julho e encerrado em 3 de outubro daquele ano, deixou um estado comovido, combalido e perpetuador dos ideais democráticos. São heróis que compuseram os quase 100 mil voluntários que empunharam armas, cerziram fardamento, prepararam alimentações... enfim, prestaram um serviço inestimável à São Paulo que clamava por uma Constituição mais atualizada, descentralizando o poder das mãos do presidente Getúlio Vargas.
   Dentre os heróis anônimos que causam polêmica está Orlando de Oliveira Alvarenga. Anônimo por conta da história que não o incluiu na sigla MMDC, simbolizando a sociedade secreta que delinearia a Revolução Paulista de 1932 e que depois se transformou em a Sociedade de Veteranos em prol dos que lutaram por São Paulo.
   Cabe lembrar que, à época, a capital paulista vivia momentos de tensão, com manifestações, greves e passeatas.  Na manhã de 23 de maio de 1932, uma reviravolta com partidários varguistas hostiliza os manifestantes. O Centro de São Paulo se transforma em verdadeiro caos. Na praça da República, precisamente na rua Barão de Itapetininga, insatisfeitos tentam invadir a sede do Partido Popular Paulista, um dos braços da Liga Revolucionária, que apoiava a figura de Vargas. Entocados, estes passam a disparar incessantemente, matando os quatro jovens M. M. D. C.: Mário Martins de Almeida, Euclides Miragaia, Dráusio Marcondes de Sousa e Antonio Camargo de Andrade.
   Nesta ação, várias pessoas são feridas, incluindo Orlando de Oliveira Alvarenga, que resiste por semanas, vindo a falecer em agosto seguinte. Alvarenga passou a ser imortalizado após seu falecimento já ao final do levante popular. Por décadas seguintes, historiadores e políticos tentaram legar à eternidade sua participação em 32. Atuante como escrevente, nasceu em Muzambinho, Minas Gerais, em 18 de dezembro de 1899, filho de Ozorio Alvarenga e Maria Oliveira Alvarenga. Muito sofreu sua esposa Annita que acabou criando sozinha o filho Oscar.
   Alvarenga, que morreu poucas semanas antes do armistício assinado em 3 de outubro, não teve seu nome associado ao movimento. O MMDC (que para alguns é MMDCA) representava uma organização civil clandestina, que, entre outras atividades, oferecia treinamento militar. Foi responsável pela campanha de alistamento voluntário, iniciado em 10 de julho, em diversas cidades do estado.

   Alvarenga também é perpetuado com uma rua na capital paulista no bairro Butantã. Em janeiro de 2004, foi promulgada a Lei Estadual 11.658, denominando o dia 23 de maio como "Dia dos Heróis MMDCA". O governo estadual criou o "Colar Cruz de Alvarenga e dos Heróis Anônimos". Assim como ele, milhares de paulistas foram à luta armada e tiveram seu nome legado à eternidade.

(Publicado no Jornal de Piracicaba em 01/10/2016)

sábado, 1 de outubro de 2016

3 de outubro na história

* Edson Rontani Júnior e André Manoel da Silva, presidente e vice-presidente do Núcleo MMDC Voluntários de Piracicaba

   O 3 de outubro para a história de São Paulo tem um fator marcante. Embora esquecida, a data é lembrada como o fim da Revolução Constitucionalista de 1932, quando paulistas se revoltaram contra os mandos e desmandos do presidente Getúlio Vargas e queriam não a separação do estado diante da nação mas a elaboração de uma Constituição mais democrática, criando os poderes constituídos, delineando os papéis do executivo, legislativo e judiciários e deixando claro qual era o papel do presidente da República.
   Foram quase três meses – 9 de julho a 3 de outubro de 1932 – em que São Paulo parou e teve cortado todos seus incentivos, isolando-se do resto do país. Houve levantes em outras áreas do país, como Minas Gerais, Mato Grosso e Paraná. Alguns calados com o fio da navalha, execuções sumárias considerando seus indiciados traidores da pátria. Em poucos dias, mais de 100 mil paulistas resolvem unir-se à liderança constitucionalista seja para pegar em armas como para ajudar em todas as frentes imagináveis, desde a estocagem de alimentos, na confecção de fardamento, transporte e entrega de mensagens. Todos eram voluntários indistintamente. Não importava se a pessoa era homem ou mulher, doutor ou analfabeto, criança ou adulto.. Cada um tinha sua função e sua obrigação.
   Piracicaba teve envolvimento profundo tendo seu quartel-general montado no Grupo Moraes Barros onde se reuniam os “Voluntários de Piracicaba”, daí o nome de uma das ruas que circunda o colégio. Os números mentem com relação à exatidão de filhos que a cidade enviou para os campos de batalha pois até hoje não existe um estudo aprofundado sobre quem foram estes voluntários. Isso ocorre devido à falta de documentação ou por muitos piracicabanos terem se alistado fora da cidade, com maior concentração na capital paulista. A falta de documentação ocorre porque São Paulo não saiu vitorioso da Revolução. Em seguida, o governo federal começou um processo de perseguição deportando políticos para o exterior e controlando a imprensa. Fechou o poder legislativo trancando as portas das Câmaras de Vereadores. Jornais da cidade logo na semana seguinte ao armistício de 1932 sequer tocam no assunto Revolução Constitucionalista.
   A cidade perdeu filhos mortos de forma traiçoeira. Jovens que perderam suas vidas numa desvairada intenção de “fazer o certo”. O 3 de outubro de 1932 tornou-se uma data qualquer no calendário. Mais ainda este ano em que o dia servirá para conferir os resultados das eleições municipais que para glorificar aqueles que deram vidas em prol da liberdade.



(Artigo publicado dia 01 de outubro de 2016 na Tribuna Piracicabana e na Gazeta de Piracicaba)

domingo, 11 de setembro de 2016

Redação Evelaine de Aguiar Justino

O Núcleo MMDC Voluntários de Piracicaba em conjunto com a Diretoria Regional de Educação - Secretaria Estadual de Educação realizou concurso nas escolas de Piracicaba e escolheu duas redações sobre o 9 de Julho. A segunda escolhida foi a escrita pela aluna da Escola Estadual Dr. Jorge Coury, Evelaine de Aguiar Justino, que recebeu o diploma abaixo.



Porque hoje todo 9 de Julho é feriado no estado de São Paulo? 

    No dia 9 de Julho, São Paulo comemora a Revolução Costitucionalista de 1932. A data, transformada em feriado civil em 1997, marcou o início de um dos principais episódios da história do estado. Sua importância está evidente em toda a cidade: duas avenidas carregam nomes que remetem à revolta (9 de Julho e 23 de Maio) e monumentos como o Obelisco do Ibirapuera prestam homenagens aos mártires da chamada “Guerra Paulista”.
    Antes do golpe de Estado que colocou Vargas no poder, em 1930, o Brasil era regido pela “política do café com leite”, pela qual as oligarquias de São Paulo e Minas Gerais revezavam na presidência do País.
    Quando assumiu, o gaúcho Vargas nomeou interventores nos Estados. Os paulistas não aceitaram um interventor de fora de São Paulo e se rebelaram contra os novos rumos da política brasileira.
    A revolução foi um levante armado da população de São Paulo que, entre os meses de Julho e Outubro combateu as tropas do governo federal. O levante é chamado de “constitucionalista”. Porque São Paulo pedia a promulgação de uma nova constituição federal.
    A empreitada militar paulista foi mal sucedida: as tropas do estado perderam a guerra, sufocadas pela superioridade numérica e técnica do exército brasileiro. Mas, sua luta não foi completamente em vão: dois anos depois, em 1934, o governo central promulgava uma nova constituição, mostrando que a revolta conseguira, mesmo que tardiamente, atingir seu principal objetivo declarado.

Evelaine de Aguiar Justino
9º ano
EE “Dr Jorge Coury”
   
(texto digitado na integra, conforme identidade do aluno)

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Redação Renan


“Mortes que não foram em vão”

   Em meio a flores e encantos, Piracicaba traz em suas ruas a lembrança de um grande marco histórico, memórias que jamais devem ser apagadas com o tempo, as quais todas as gerações precisam ter o conhecimento, que a força de um povo é capaz de mudar o mundo, mesmo que para isso tenha que haver sacrifícios.
   Nove de julho não pode ser lembrada como uma simples data ou uma simples revolução, é preciso pararmos e refletir, no quão exemplo de patriotismo foi feito, se saber que um dia professores e alunos lutaram juntos por um ideal melhor de trazer a memória a morte de Martins, Maragaia, Dráusio e Camargo que mais que simples estudantes, nos deixaram um exemplo de coragem e patriotismo, de reconhecer a morte dos mais de mil combatentes mortos, que como sacrifício nos garante hoje o direito de termos uma constituição mais justa.
   Hoje quando o olhar de nossas crianças se voltaram as placas de Piracicaba, a monumentos e estátuas criadas em homenagem a revolução de 32, elas exergarem que em umas época, uma geração escreveria seu nome na história, escreveria 9 de Julho.
   Essas mortes não podem ser em vão, que está data sirva para provocar o espírito patriota em cada um, para que juntos façamos um país melhor.

Renan Sena Pereira
3ª série EM
EE “Dr. Jorge Coury”

(texto digitado na integra, conforme identidade do aluno)

Esta foi uma das duas redações sobre o tema 9 de Julho - A Revolução Constitucionalista de 1932, elaborado pelo Núcleo Voluntários de Piracicaba em conjunto com a Direção Regional de Ensino do Estado, na intenção de despertar nos alunos da rede oficial o interesse pelos 84 anos da Epopeia Paulista. O aluno Renan Sena Pereira recebeu o diploma acima durante as comemorações da Revolução na manhã de 9 de Julho na Praça José Bonifácio, em Piracicaba.



sábado, 23 de julho de 2016

Museu realiza mostra com objetos de ex-combatentes de 32 em Piracicaba


O Museu Histórico e Pedagógico Prudente de Moraes, em Piracicaba (SP), realiza a exposição "Revolução Constitucionalista de 1932" a partir desde o dia 8 de julho. A mostra é composta pelo acervo do próprio espaço, com diversos tipos de materiais utilizados nos confrontos entre as tropas paulistas e as forças do governo de Getúlio Vargas. A visitação é gratuita e segue até o dia 21 de agosto de 2016.
O acervo do Museu integra objetos e documentos referentes ao conflito armado. Todos os itens foram doações dos próprios combatentes ou de seus familiares.
Serão expostas imagens, medalhas, documentos, peças de uso cotidiano das tropas, indumentárias, dentre outros objetos que, atualmente, guardam a memória de pessoas e ex-combatentes.

Serviço
Abertura da exposição Revolução Constitucionalista de 1932
Quando: de 8 de julho até 21 de agosto
Horário: De terça a sexta-feira, das 9h às 17h. Aos sábados, domingo e feriados, das 12h às 16h
Quanto: Gratuito
Mais informações: (19) 3422-3069

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Redação


Dois alunos da Escola Estadual Jorge Coury receberam o Diploma de Mérito Patrono Natal Meira Barros, durante solenidade de 9 de Julho, realizada na praça José Bonifácio. Eles tiveram suas redações sobre a data escolhidas como as melhores em concurso organizado pelo Núcleo MMDC Voluntários de Piracicaba e a Diretoria Regional de Ensino do Estado de São Paulo. Evelaine de Aguiar Justino representou o 9º. ano e Renan Sena Pereira a 3ª. série da Escola Jorge Coury, cujo patrono também foi voluntário na Revolução de 1932.












quarta-feira, 20 de julho de 2016

Exposição Câmara

A Câmara de Vereadores de Piracicaba abriga, de 9 a 22 de julho, a Exposição "Revolução Constitucionalista de 1932". São fotos, medalhas, pertences e vários itens relacionados à Epopeia Paulista doados por voluntários e familiares. A curadoria foi de Fábio Bragança, responsável pelo acervo histórico da Câmara.


Fábio Bragança (Câmara de Vereadores), João Manoel dos Santos (vereador) e Edson Rontani Júnior (Núcleo Voluntários de Piracicaba)


Grupo de escoteiros presente à mostra


O aluno Renan Sena, da Escola Estadual Jorge Coury, teve sua redação escolhida em concurso promovido pelo Núcleo Voluntários de Piracicaba. A mesma encontra-se exposta na Câmara.


segunda-feira, 18 de julho de 2016

Exposição na Câmara de Vereadores

A Câmara de Vereadores de Piracicaba sedia, até o dia 22 de julho, a exposição sobre a Revolução Constitucionalista de 1932, com a curadoria do historiados Fábio Bragança. Confira algumas fotos da mostra.












domingo, 17 de julho de 2016

Família são homenageadas no 9 de Julho em Piracicaba


 Familiares de diversos voluntários foram homenageados. Houve o depósito de coroa de flores no Monumento ao Soldado Constitucionalista acompanhado pelos filhos do sr. Romeu Gomes, que faleceu em junho passado, sendo o último voluntário em Piracicaba.